Esse título já diria tudo e não se precisaria de mais comentário, mas feito esse micro preâmbulo vamos ao mulambo.
Depois que o baculejo da Polícia Federal ingressou no Congresso Nacional, não há como regressar e deveria esgarçar aquelas agressões de grujas escamoteadas no carimbo da imunidade. Se o Presidente do CN é o empreiteiro da construção da corruptione - mama mia de mãos limpas! - porque a PF não dá carona com coronha em punho pra faxina geral? Seria a geléia geral que desfraldaria a bandeira omo total. Veneno de rato, criolina, gás paralisante, gás com pimenta são mais do que suficientes para se enfrentar os biombos dos hábeas corpus, tende piedade de cristo, impostos pelos que vêem mais do que dona Cega. O colete preto da PF está mais em voga do que a toga, onde também a PF deveria algemar o artigo cinqüenta e um sem direito a recurso-rexona.
O IBOPE bap-bip-zum! mostra linha vertical no gráfico sinalizando que a galera quer estar nas galerias do CN ao vivo para espremer aquele tumor, ver o bisturi adentrando as vísceras do voto secreto e jorrar pus nas telas e nas folhas da mídia. As provas cabais estão no dna de - apenas pelas ilustrações clássicas - donatários da Bahia Megalhães, no Maranhão Sarna, Maias e mais os hereditários netos e bisnetos. Eu tacho que o esculacho, a escrotidão, a usurpação, e tudo que é adjetivo e substantivo desse naipe, são exibidos nas fachadas da arquitetura patrimonial dessa classe desclassificada. Queremos ver verdade. Não importa a cacofonia dessa frase porque a PF deveria fazer com que todos fossem ouvidos e a saciedade da sociedade entendida, e não entediada.
A proceder assim, o senado – letra inicial minúscula mesmo - ficaria sem nada, minto, pois as exceções nadam contra essa maré e redemoinhos, quixotescamente. Bota exceção nas sessões! A cama da câmara – minúscula mais uma vez – já deveria estar pronta há muito. A possível rigidez desta crônica mostra que a situação é crônica, rima pobre, mas não dá para polir conselhos de éticas e comissões vinte por cento, percentual por baixo. Se gritar pega – no inconsciente todos sabem complementar a musiquinha popular, aposto – não haverá praticamente – sempre o cuidado das exceções – camburão e nem porão pra tanta gente fina. São eleitos que se fartaram do leite da sesta básica de brasileiros que não têm o básico escolar, se quer, para decodificar o voto eletrônico. Aos quatro cantos do mundo, todos basbaques, o resultado de uma eleição sai em quatro horas, mas não sabem que em quatro anos fica a babaquice sórdida do apego pelo poder na distribuição de cargos, do chefe de gabinete ao apertador de descarga da autoridade máxima, pois esta não quer melar o dedo com pouca coisa.
Na lista de impropriedades parlamentares, pode-se fazer fila indiana, e até mesmo certas vacas sagradas estão sujeitas a declarar sua propriedade – vai no singular mesmo – na receita federal. Todos têm receituário de escapar das malhas finas que tecem ternos da grife sobel da quinta avenida NY. Listar nome por nome, partido por partido, sigla por sigla, é cair na redundância de que não fica um. A origem parlamentar pode ser do meu Pi-a-u-í, como canta o mão-boba nada santa, à – escolhe aí qualquer Demo do demô – um carioca da algema. Lógico que neste caso não há exceção estadual.
O sonho de limpa-geral dos cara-pintadas esmaeceu no pesadelo estrelado do falso vermelho. Não há como não ficar emPuTecido. As estatísticas econômicas falam alto, mãos para cima, isto é um assalto, a bolsa de NY continua com vida saudável.
Edups
Depois que o baculejo da Polícia Federal ingressou no Congresso Nacional, não há como regressar e deveria esgarçar aquelas agressões de grujas escamoteadas no carimbo da imunidade. Se o Presidente do CN é o empreiteiro da construção da corruptione - mama mia de mãos limpas! - porque a PF não dá carona com coronha em punho pra faxina geral? Seria a geléia geral que desfraldaria a bandeira omo total. Veneno de rato, criolina, gás paralisante, gás com pimenta são mais do que suficientes para se enfrentar os biombos dos hábeas corpus, tende piedade de cristo, impostos pelos que vêem mais do que dona Cega. O colete preto da PF está mais em voga do que a toga, onde também a PF deveria algemar o artigo cinqüenta e um sem direito a recurso-rexona.
O IBOPE bap-bip-zum! mostra linha vertical no gráfico sinalizando que a galera quer estar nas galerias do CN ao vivo para espremer aquele tumor, ver o bisturi adentrando as vísceras do voto secreto e jorrar pus nas telas e nas folhas da mídia. As provas cabais estão no dna de - apenas pelas ilustrações clássicas - donatários da Bahia Megalhães, no Maranhão Sarna, Maias e mais os hereditários netos e bisnetos. Eu tacho que o esculacho, a escrotidão, a usurpação, e tudo que é adjetivo e substantivo desse naipe, são exibidos nas fachadas da arquitetura patrimonial dessa classe desclassificada. Queremos ver verdade. Não importa a cacofonia dessa frase porque a PF deveria fazer com que todos fossem ouvidos e a saciedade da sociedade entendida, e não entediada.
A proceder assim, o senado – letra inicial minúscula mesmo - ficaria sem nada, minto, pois as exceções nadam contra essa maré e redemoinhos, quixotescamente. Bota exceção nas sessões! A cama da câmara – minúscula mais uma vez – já deveria estar pronta há muito. A possível rigidez desta crônica mostra que a situação é crônica, rima pobre, mas não dá para polir conselhos de éticas e comissões vinte por cento, percentual por baixo. Se gritar pega – no inconsciente todos sabem complementar a musiquinha popular, aposto – não haverá praticamente – sempre o cuidado das exceções – camburão e nem porão pra tanta gente fina. São eleitos que se fartaram do leite da sesta básica de brasileiros que não têm o básico escolar, se quer, para decodificar o voto eletrônico. Aos quatro cantos do mundo, todos basbaques, o resultado de uma eleição sai em quatro horas, mas não sabem que em quatro anos fica a babaquice sórdida do apego pelo poder na distribuição de cargos, do chefe de gabinete ao apertador de descarga da autoridade máxima, pois esta não quer melar o dedo com pouca coisa.
Na lista de impropriedades parlamentares, pode-se fazer fila indiana, e até mesmo certas vacas sagradas estão sujeitas a declarar sua propriedade – vai no singular mesmo – na receita federal. Todos têm receituário de escapar das malhas finas que tecem ternos da grife sobel da quinta avenida NY. Listar nome por nome, partido por partido, sigla por sigla, é cair na redundância de que não fica um. A origem parlamentar pode ser do meu Pi-a-u-í, como canta o mão-boba nada santa, à – escolhe aí qualquer Demo do demô – um carioca da algema. Lógico que neste caso não há exceção estadual.
O sonho de limpa-geral dos cara-pintadas esmaeceu no pesadelo estrelado do falso vermelho. Não há como não ficar emPuTecido. As estatísticas econômicas falam alto, mãos para cima, isto é um assalto, a bolsa de NY continua com vida saudável.
Edups
Um comentário:
Keep up the good work.
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