Gabriel Garcia, o marquês da literatura latina soy loco por
ti américa futebol clube, alçou vôo nas asas de borboletas coloridas pelos
pincéis e canetas literárias.
Aos oitenta
e sete anos, quase chega aos cem anos de solidariedade à sua colombina natal.
Fantasioso, espanou e descobriu com seu bigode pentelho o cenário
político-cultural nuestro em oposição ao capitão américa.
Mas, segundo
seus cricricríticos literários alfabetizados pela Real Academia Francesa de
Letras do Brasil ele não criou o realismo mágico de oz. Em publicação na The
New York Review of Books do caderno dois do Estado Folha de São Paulo
apostólico romano, eles afirmaram que esse realismo já existia muito nunca
antes na história desse país de cara de pau brasil.
Os fatos, de
fato, são artefatos reais para tanta mágica. Vamos aos gatos, ou melhor, aos
fatos.
Monteiro
Lobato escreveu o clássico infantil “O Petróleo é Nosso” e o PT com sua ética pós-ascensão
ao poder subtitulou de “querendo é vosso”. No Sítio do Pica Pau Amarelo, Verde,
Branco e Azul de Lula, no interior de São Paulo, sentado em sua cadeira de
general em seu labirinto, ele orienta o movimento no planalto central do
Brasil.
Para a
oposição, que está mais para esquerda volver e nunca vê, capitaneada pelo neto
do conservador Tancredo, a tranca para barrar o quarto tempo petralha – na
expressão exemplar do crítico pólítico Reinado Azedo – o Brazuca está rumo a
uma crônica de uma morte anunciada de falência múltipla dos órgãos públicos.
A Petrobrás
está se tornando uma mancha no pulmão do país. Graça Foster é uma assombração
com explicações de óleo de peroba. Vou-me embora para Pasárgada, longe de
Pasadena. Lá tem o cheiro de goiaba, olhos de cão azul, estou entre amigos,
ouço relatos de um náufrago.
Na Câmara
Fede ral, réu, riu, rou, o rato roeu o bolso do contribuinte, o
vice-presidente, André Getúlio Vargas, deu um tiro no peito com o jatinho do
doleiro Youssef – sem parentesco com Rousseff -, irmão de Hessef e Shessef. Vargas,
com seus mistérios no Ministério da Saúde queria entrar para a história do
Brasil fortalecendo a saúde sexual do trabalhador brasileiro com carteira
assinada com o princípio ativo do viagra, o citrato de sildenafila. Se trata
de, ‘se der na fila’!!!!!
Agora surge
a incrível e triste história da cândida alemã, Gleisi Hoffmann, para que o
Instituto de Geografia, História, Química, Física, Ciências, Português,
Matemática e Estatística do Brasil não divulgue aos quatro cantos os desencantos
que o desemprego no varonil Brasil, broxou. Ela, só pode ter uma avó desalmada.
Virou notícia de um sequestro.
Até o IPEA –
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada a Estupros Governamentais entrou em
saia curta. A seriedade desse órgão sensível criado para dá suporte técnico
institucional às ações do governo, perdeu a cabeça, tronco e membros femininos
em erros estatísticos primários, secundários e terciários.
Na língua pátria
do filósofo alemão Caetanomesesdias Zeloso, é possível filosoficamente afirmar
que Macondo é aqui! Vejamos:
Marina-Terrina-Solina, deitada em sua rede às margens plácidas do rio
Capiberibe tem preferência à pole position na corrida presidencial de fórmula
um, Indianópolis, track, da república federativa desativada do brasil, iu!,
iu!, iu!, secundarizando Eduardo Campos do Jordão, europeizado em seus olhos
azuis, contrapondo-se ao agreste pernambucano.
A
constatação final de que Macondo é aqui, é só refletir sobre o pensamento
crítico de amor e outros demônios, o enterro do diabo, o veneno da madrugada da
dama de ferro Rachel Sheherazada. O Psol, em Lua quarto minguante, quer
minguá-la, processá-la no liquidificador do socialismo científico.
