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domingo, junho 25, 2006

A Capa da Olémanha

A Olémanha é capa nos impressos, pixels, bytes, hetz, e, principalmente, nos copos de cevada mundo afora. Dentro das quatro linhas vinte e dois marmanjos costurando a trajetória de uma esfera. São feras que se comem, em nome de uma confraternização quadrianual. São trinta e dois finalistas que esmagaram seus adversários continentais. São beligerantes amantes do foot. Para algumas pessoas algo fútil, para outras, relevância de mão cheia. Tecem a história futebolística organizados em trinta e duas seleções prontas para chutar, dar caneladas, empurrar, derrubar, puxar, chingar, cuspir... e ofender a mãe do capa preta, sob aplausos de uma multidão que acredita sentir espetáculo, oráculo, arte até em marte, genialidade. Cada peleja de o diabo e o bom deus tem noventa minutos.
O organizador desse décimo oitavo congresso é a Organização das Nações Unidas – FIFA. Está mais para fifi, cãozinho de madame que não morde e nem ladra no gramado geopolítico globalizado. Com os cofres saindo pelo juiz ladrão de dólares, neste certame Fifi gastará 700 milhões de dólares, mas lucrará e lacrará para seus cofres, apenas com as transmissões para TVs, 1,7 bilhão de dólares. Para onde escoa esse valériogol? Logo, logo, o PFL e o PSDB, paladinos imorais da ética, irão solicitar uma CPI internacional. Blatter, presidente da FIFI, se deblaterá pelos escanteios.
Desde 1930 essa religião dos deuses dos pés é Copa celestial, espelhada como momento democrático midiático.
A cada cópula a ótica das táticas, as estratégias extras, os esquemas, firulas, gandulas, gous, gois, golos (escolham o melhor plural ou inventem outro) são manchetes e discussões. O Brasil, da escola sulamericana, inventa quadrado samba mágico, espatifado por uma varinha croaciana, e, Reinaldinho Gaúcho até agora não chutou a que veio, ou vai embora. A Alemanha, escola de frankfurt, não demonstrou a filosofia técnica de Klismann Habermas, eis atacante teórico que encantou a torcida universitária pós muro de Berlim. Pra mim, pra muitos, é possível futebolizar em alemão.
A Argentina estilhaçou seis espelhos nos servos do monte deu branco, ou vexame, que ficaram a ver três tristes tigres. Borges nada entendia das quatro linhas. Entediava-se com futebol. A decepção francesa, até o momento, demonstra que o existencialismo de Ânri e Zizi está confinado ao saudosismo ôntico de Jean-Paul Platini. Desde a última cópula lá onde o sol nasce, a francesada só quer água e sombra fresca nos cafés parisienses.
Portugal buscou Feli Pão, que demonstrou conhecer de pradaria. Os resultados estão fermentando os portugas que não chegavam às oitavas-de-final muito antes do salazarismo. A Espanha espanou Ocrânio de lavada. 4 x 0. Com justiça, despreza o franquismo. Atuação franca pelos flancos.
Modelo de marketing desde a década de setenta, a decadência da vaca holandesa está sempre no pasto a chupar laranja. Em seu Diário de um Sedutor o técnico da Olanda, Olinda, Ólenda!, Van Basta!, culpa Quíiqgárden pelo insucesso na obtenção de um caneco. O manual da mecânica do time é hermenêutico, propedêutico.
E a Inglaterra, vai por terra ou se consagra de vez, em quando! Béquerram, futebolista transgênico, desfila pelos zagueiros rúligans o último modelito na revista Manequim. Pelo andar da carruagem da rainha Elizabeth, o ball england foot não passará do chá das cinco.
Resta saber qual país africano comporá o xadrez lordótico das oitavas de final de semana. Desprezado política, econômica e socialmente, os descendentes de quilombolas - quibola Gana está jogando! - demonstram ginga para furar o cerco da elite mundial do futebol.
Edups. 19/6/06

quarta-feira, junho 14, 2006

O leitor Marcola

O LEITOR MARCOLA
O Presidente da República Federativa do PCC, Marcola da Silva, foi detentor recentemente de muita tinta dos periódicos nacionais, e seu feito maior foi o efeito da mobilização carcerária em algemar São Paulo, Santos, Santo André e toda região do ABCéu. Muito texto polido de sangue, muita foto levante as mão para o alto, muito análise miojo, e tudo parece não ter passado de curto circuito na linha não evolutiva da política nacional. O desmanche do caráter político brasileiro é evidente. Não se faz necessário de nenhuma vidente para constatar que nem a golpe de caratê essa turma cria vergonha na cara, de cara.
De onde vem essa força he-man de Marcos Willians Herbas Camargo? Que poder de articulação, circulação, ilação, o Chefe Maior das Forças Armadas do PCC tem? Uma das possíveis explicações está em que ele é um ávido leitor que põe a vida em cheque e cartão de crédito de muita gente. Sua bíblia de catre é nada mais, nada menos, multiplicado e dividido, A Arte da Guerra, do filósofo chinês Sun Tzu, obra escrita há mais de 2 mil e 500 anos, tempo suficiente para que a polícia da paulicéia desvairada desarticulasse o crime organizado da Câmara e do Senado Prisional Federal.
Marcos, segundo as folhas de embrulho diárias, gaba-se de ter lido quase três mil livros. É um preso de pensamento livre, um franco-atirador das letras e do gatilho, de leitura mais para decifrar do que para consumir. Sun Tzu, além de ser uma rima, é uma solução, e em sua A Arte da Guerra – muitos séculos depois Tolstoi pediu Guerra, e Paz também - ensina que, “para derrotar um inimigo, é preciso conhecê-lo”, lição máxima, lição número um que Willians engatilhou junto a seus nobres colegas de parlamento, os ninjas Pateta, Macarrão, Gegê do Mangue, Magaiver, Julinho Carambola e Júnior, também livres pensa dores.
Segundo a Folha Seca de São Paulo, Herbas gosta de indicar a seus comparsas de Congresso Nacional acima citados, a leitura do poeta italiano Dante Alighieri. Com esse quilate e morde de leitura, o Cantor da Cultura, GilGil, logo logo, lelé, pode convidá-lo para presidir, do presidiário, o PROLER, projeto de difusão da leitura no Brasil. Mas Camargo gostaria mesmo é de tomar de conta da conta do assalto do PROER.
Segundo o colunista social democrático Anselmo de Goiais, do jornal O GLOBO ocular de Fernandão Beira Oceano, arquieflexainimigo de Marcola, há um grande movimento em prol da candidatura dele, Marcola, para a Academia Geriátrica Brasileira de Letras – ABL. O desejo de Herbas é tomar de assalto o sofá do acadêmico anêmico de letras, Zé Sarney Maranhão, dono de todo mar de lama daquele Estado, a quem nem as rezas de São Luís salvaram aquele reduto federativo desativado.
A formação escolar de Marcola não vai além do fundamental completo, oitava série de crimes, terminado na Cadeia sucessiva de erros do sistema educacional brasileiro, mas nem por isso deixou de fazer leituras translúcidas, desenvolvendo uma audição às claras de textos subterrâneos de fuga. Sabemos que, no Congresso Nacional, reduto de velhas oligarquias alfabetizadas pelo MOBRAL – Movimento Brasileiro de Alfabetização da ditadura militar volver!, a maioria daqueles colarinhos branco jamais abriu um livro na vida. A não ser, lógico, livro-caixa. Daí se explica a paixão pela ignorância daqueles nobres parlamentares de oratória otária.
Recenteminto o IBGE,F,G,H... divulgou dados, e recebidos, com indicações de que as pessoas estão lendo e saindo menos devido a alta do custo de vida. Isso já está se tornando uma questão histórica e histérica. Daqui a pouco surgirá uma ONGUE, oxalá com baixíssimo índice de corrupção, de incentivo à leitura de código de barras de ferro, e enquadrar toda essa gentalha que menospreza o hábito da leitura.
Edups. 14/6/06

quarta-feira, junho 07, 2006

PCC

O presidente da comissão dez por cento parlamentar de inquérito do Partido da Câmara Capital, em sessão solene e solerte, sacou de seu trinta e oito, que é um artigo de alta periculosidade, aliado ao parágrafo e ao continuógrafo quarenta e cinco, que tem maior poder constitucional de fogo cruzado de bala perdida, e deu voz de prisão de ventre livre ao nobre deputado, ou melhor, ou pior, com minhas esqüíuzimes, ao nobre advogado do PCC, que é um partido extremamente unido que se opõe a esse outro citado, causando Flagra desconstitucional à classe jurídica, que jura de pés separados que é uma categoria de quinta, sexta, sábado e Domingos da Guia, que sabia driblar na alínea da grande área qualquer subterfúgio causídico.
Não há de se negar que o PCC, o autêntico... e aqui deixo o caro e barato leitor decidir qual dos dois transborda autenticidade, e, para não autoincriminar-me, não desenvolverei a idéia deste segundo parágrafo, deixando essa causa perdida nas mãos e na cabeça de meus supostos leitores. Portanto, peço data vênia ao caro e trocado em miúdos leitor licença para defender o terceiro parágrafo.
O poderoso chefão, um clássico do cinema nacional estrelado por Marcola, teima em fazer concorrência desleal com certas figuras políticas em estar estampado vinte e quatro horas nas camisetas de nossa mídia. A escola em que Marcola se formou é de muita cola, tíner, orégano de prima, pó branco zero-zero-um (cor máxima do branco).
Doutorado em crime organizado, teve bastante repercussão sua defesa de tese no julgamento da bancada acadêmica federal. Não é exagero, e me pareceu identificação, quando a maioria esmagadora (oh, adjetivozinho que calhou bem!) do congresso nacional aplaudiu apertando favoravelmente os botões de votação, camufladamente, o título de sua defesa de doutorado: “A Barbárie da Universidade”. Título chupado, roubado, como não poderia deixar de ser, com galhardia, de livro homônimo do acadêmico uspiano autêntico, incontestável, o filósofo Arthur Giannoti.
A tese central de Marcola é de que, se a população carcerária brasileira tem oitenta por cento de seus mentores intelectuais alfabetizados, mesmo estando encarcerados na dialética da pós modernidade, se digladiando nas discussões ônticas acadêmicas, bifurcadas pelo corte epistemológico pucuspeano, e consegue articular um discurso pragmático para refrear a locomotiva capitalista paulistana nacional, então é porque a classe dirigente política está voltada para si, desorganizando seus partidos no caldeirão da fogueira das vaidades, legislando em causa e conseqüência própria.
O PCC está orientando seu corpo docente, militantes, simpatizantes, ongs... a votarem no PT nas próximas eleições presidenciais. A perspectiva de uma aliança e algemas do partido vermelho com o comando vermelho levará, na análise do eminente catedrático Marcola, a um avanço positivo operante no modus vivendis da política nacional. Já que o psdb e o pfl estão selando e carcerando também uma união matrimonial de ouro dezoito porcento desde Cabral à Cardoso, resultando em caso escabroso, então teremos um inusitado perfil de caras comprometidos com a saúde, transporte e segurança. Deles.
O Partido da Câmara Capital, segundo a imprensa imprensada, estava tentando legalizar junto ao TSE, o partido inteiro Primeiro Comando da Capital antes que mais um partido rachado viesse a surgir, como se prenunciava com o partido da autêntica senadora Heloísa Helena. Mas a brava alagoana chegou primeiro, e, com seus votos crescentes em pesquisas eleitorais, fará com que essa polida claque de craques do subterfúgio vejam o sol quadrado.
Edups. 23/5/06

Negritude

Casa Grande e Senzala, clássico sociológico gilbertiano, já expunha as vísceras e as vestes da classe dominada brasileira em tempos idos. Freire não freia as rédeas e revela ao mundo o submundo do que passava e engomava a marginália: – não por opção, mas por operação do ferrão de gado - os palitós de linho branco dos senhores e senhoras, respeitável público tupiniquim.
O circo solé faz contorcionismos só comparados à flexibilidade do judiciário em conceder hábeas corpus de christi aos incautos apaniguados, que, protegidos pelas capas pretas da lei, não irão, jamais, ver Marcos Pontes através do sol quadrado. E aqui é que entra – e não sai – a questão do parágrafo anterior. A marginália, agora repaginada pela linguagem da rua, Da Mata cola o carbono, xerocopia, passa toner nos da margem pós casa e cozinha comzala. Não por que Da Rua e Da Mata seja plagiador, mas com dor vemos que se trata de uma realidade que não mudou desde o tempo e o vento. É veríssimo!
Os índices do IBGE, que alfabeticamente organiza os números, enfileira os dados, tabula nossas mazelas, também ratifica que os ratos de porão de plantão, de qualquer época, de qualquer partido, inteiro ou rachado, sigla ou rubrica, estabelecem o descompromisso com a galera, com a favela. O compromisso é com a fivela, o cinto no açoite do lombo da história. Tão permanente, que, dos papiros aos pixels a história é recontada e somada para que ninguém esqueça. Ligue e se ligue nas 425 linhas do horário ‘das seis’ e torça o lenço sem documento. À negrada é negada o direito que a esquerda vermelha tupiniquim enxovalhou. Em plano e subplano das câmeras, a câmara enfatiza a maquiagem das cenas de dá dó. São notas musicais que embalam os comerciais das próximas cenas dos negros retorcidos nos mourões dos deputados fazendeiros, senhores feudais federais, com liberdade amparada nas históricas togas, e também na igreja.
A das seis, globalizada, e a das sei lá que horas, universalizada, carregam no dramalhão segundo os ditames do primeiro lugar do ibope, que é um ibge circunstancial, tabelado sob encomenda de quem a bel prazer. A satisfação de recuperação histórica passa a existir nos programas federais de inserção mercadológica. Vagas nas universidades com cotação percentual mínima como forma de concertar a deformação. A formação, em sentido lato, depois que os movimentos de consciência negra barulharam em lata, é conquistada aos poucos, e, oxalá, olodum, mãe do cantois, e demais babalorixás, se alastre no curto circuito acadêmico de primeira linha federal, onde reside a nata e o leite da mais fina flor do láscio.
Mas sabemos que as estatísticas apontam, e não deduram, que a massa negra dos depauperados, e branca idem, continuará no miserê por muito tempo a mercê das canetadas parlamentares, sacramentadas no diário oficial da união congressional. Unidos sempre estiveram, a tal ponto, vírgula, reticências, que suas pontuações no grau de honestidade estão na posição do Íbis, o pior time do mundo. Quem não se lembra do Ibsen? Mas a justiça honesta oficial garante que ele é inocente, e a justiça não oficial versa que ele é inocêncio. Há de se reconhecer que negritude é atitude. É pura labuta cotidiana que não amaina para demonstrar seu valor. A discriminação é uma ação ainda corrente, resquício das correntes, argolas, presas aos pés e raízes históricas dos açoitados. Os conceitos pré estavam estampados até no vocabulário controlado da dominância gramatical. Por que quadro negro? Ora bolas, chuteiras e meiões, o jogo limpo já aponta que o correto é lousa. Por que esperar além do tempo regulamentar, os três, quatro, minutos para ninguém sair da partida machucado? O jogo continua. O apito ainda não é o final. Infeliz mentes.
Edups. 26/5/06

Arsenal x Barcelona

No jogo Arsenal x Barcelona, hoje, na decisão da Liga pelo Celular dos Campeões da Turopa , Ronaldo churrasco ficou um pouco apagado. Marcação cerrada, mas não tanto que desse para um funcionário terceirizado da Câmara dos Deputados ter vazado informações sigilosas para os advogados de um dos principais líderes dos motins ocorridos neste último fim de semana em sampa. Os traficantes, os marginais, já estão infiltrados na grande área do congresso nacional.
O verdadeiro destaque do jogo foi o jogador que fez o gol da vitória, o brasileiro Belleti. É tanto que, o dito funcionário que furou a rede da Câmara sem nenhuma marcação cerrada ganhou duzentos reais dos advogados dos centro-avantes ex-carandirus. O técnico do Barcelona, Ricardo, na tradução presa do holandês, fez algumas substituições para conseguir a vitória suada, coisa que a Câmara não faz com seus mensaleiros.
O estádio totalmente lotado, para esse clássico globalizado, aplaudiu de pé a atuação dos advogados dos líderes das rebeliões. Cada vez mais esses profissionais do direito penalte, na marca da grande área, deveriam receber cartão vermelho. Esses filhotes de rui babosa estão ganhando em euros, só pode. Com os cento e vinte milhões que Ronaldão churrasco ganha por ano, dava para contratar qualquer adevogado pé de porta de delegacia. Mas, pelo visto, eles não acertam o pé.
No corte epistemológico da transversalidade eqüânime, há de se destacar a atuação de Ânri, mesmo jogando quase isolado lá na frente. A verdade é que ninguém consegue isolar esses zageuirões penetenciários. Em comunicado oficial por celular, Belleti, que tem sangue da máfia italiana correndo pela lateral direita, também acredita que se deve dar uma traulitada em atacantes mafiosos que querem visitas íntimas. Isso é inadmissível. Isso é banheira!
O Eutô chutou um tirambaço na trave, mas o arsenal estava com artilharia pesada. Não tanto quanto a verborragia advocatícia que quer conquistar o caneco da ética sem suar a toga. O Direito Servil não observou, mesmo tendo noventa minutas para tal, mais os acréscimos finais, que o Barce Lona não ganha jogo no palitinho. É só observar que as camisas azul e grená não tem publicidade. É o único grande time do mundo que rejeita gorjeta de empresas, qualquer que seja ela. Então, é de se indagar, por que o ataque dos adivogados aos bolsos da marginália. Com certeza a publicidade nas togas está no avesso delas, porque ninguém consegue ver o desenho de uma caveira lá estampada.
Não estará na hora de se rever todo o Código de da Vinci, que estará sendo exibido amanhã nas telas dos principais cinemas brasileiros? Não há como sustentar o ataque feroz do Bar sem Lona, agredindo qualquer defesa jurídica, por mais forte que sejam os jurisconsultos. Aquelas enfiadas de Ronaldinho destrói qualquer artigo, cláusulas pétreas etc. Ele deveria estar sub júdice, ou enquadrado em cárcere privado? A lei é clara: quando o juiz de direito sai pela lateral esquerda e apita, o bandeirinha deverá levantar a bandeira jurídica pela ética, afinal, a área – a pequena e a grande – do direito está superlotada de criminosos defendendo criminosos.
Vamos ler nas entrelinhas os artigos de jornais, dos juristas mais famosos do direito futebolístico. O comentarista de direito e de esquerda, Juca que Fura, julga que o ataque dos adivogates ao inferno de Dante de Oliveira em São Paulo, no último fim de semana, e por extensão, nos últimos anos, são filigranas jurídicas decorrentes do inchaço de tantas faculdades de várzea, onde os moleques já não mais querem jogar pelada, pensando só nos eurospeus. Alguém aí pede data vênia?
Edups. 17/5/06