O presidente da comissão dez por cento parlamentar de inquérito do Partido da Câmara Capital, em sessão solene e solerte, sacou de seu trinta e oito, que é um artigo de alta periculosidade, aliado ao parágrafo e ao continuógrafo quarenta e cinco, que tem maior poder constitucional de fogo cruzado de bala perdida, e deu voz de prisão de ventre livre ao nobre deputado, ou melhor, ou pior, com minhas esqüíuzimes, ao nobre advogado do PCC, que é um partido extremamente unido que se opõe a esse outro citado, causando Flagra desconstitucional à classe jurídica, que jura de pés separados que é uma categoria de quinta, sexta, sábado e Domingos da Guia, que sabia driblar na alínea da grande área qualquer subterfúgio causídico.
Não há de se negar que o PCC, o autêntico... e aqui deixo o caro e barato leitor decidir qual dos dois transborda autenticidade, e, para não autoincriminar-me, não desenvolverei a idéia deste segundo parágrafo, deixando essa causa perdida nas mãos e na cabeça de meus supostos leitores. Portanto, peço data vênia ao caro e trocado em miúdos leitor licença para defender o terceiro parágrafo.
O poderoso chefão, um clássico do cinema nacional estrelado por Marcola, teima em fazer concorrência desleal com certas figuras políticas em estar estampado vinte e quatro horas nas camisetas de nossa mídia. A escola em que Marcola se formou é de muita cola, tíner, orégano de prima, pó branco zero-zero-um (cor máxima do branco).
Doutorado em crime organizado, teve bastante repercussão sua defesa de tese no julgamento da bancada acadêmica federal. Não é exagero, e me pareceu identificação, quando a maioria esmagadora (oh, adjetivozinho que calhou bem!) do congresso nacional aplaudiu apertando favoravelmente os botões de votação, camufladamente, o título de sua defesa de doutorado: “A Barbárie da Universidade”. Título chupado, roubado, como não poderia deixar de ser, com galhardia, de livro homônimo do acadêmico uspiano autêntico, incontestável, o filósofo Arthur Giannoti.
A tese central de Marcola é de que, se a população carcerária brasileira tem oitenta por cento de seus mentores intelectuais alfabetizados, mesmo estando encarcerados na dialética da pós modernidade, se digladiando nas discussões ônticas acadêmicas, bifurcadas pelo corte epistemológico pucuspeano, e consegue articular um discurso pragmático para refrear a locomotiva capitalista paulistana nacional, então é porque a classe dirigente política está voltada para si, desorganizando seus partidos no caldeirão da fogueira das vaidades, legislando em causa e conseqüência própria.
O PCC está orientando seu corpo docente, militantes, simpatizantes, ongs... a votarem no PT nas próximas eleições presidenciais. A perspectiva de uma aliança e algemas do partido vermelho com o comando vermelho levará, na análise do eminente catedrático Marcola, a um avanço positivo operante no modus vivendis da política nacional. Já que o psdb e o pfl estão selando e carcerando também uma união matrimonial de ouro dezoito porcento desde Cabral à Cardoso, resultando em caso escabroso, então teremos um inusitado perfil de caras comprometidos com a saúde, transporte e segurança. Deles.
O Partido da Câmara Capital, segundo a imprensa imprensada, estava tentando legalizar junto ao TSE, o partido inteiro Primeiro Comando da Capital antes que mais um partido rachado viesse a surgir, como se prenunciava com o partido da autêntica senadora Heloísa Helena. Mas a brava alagoana chegou primeiro, e, com seus votos crescentes em pesquisas eleitorais, fará com que essa polida claque de craques do subterfúgio vejam o sol quadrado.
Edups. 23/5/06
Não há de se negar que o PCC, o autêntico... e aqui deixo o caro e barato leitor decidir qual dos dois transborda autenticidade, e, para não autoincriminar-me, não desenvolverei a idéia deste segundo parágrafo, deixando essa causa perdida nas mãos e na cabeça de meus supostos leitores. Portanto, peço data vênia ao caro e trocado em miúdos leitor licença para defender o terceiro parágrafo.
O poderoso chefão, um clássico do cinema nacional estrelado por Marcola, teima em fazer concorrência desleal com certas figuras políticas em estar estampado vinte e quatro horas nas camisetas de nossa mídia. A escola em que Marcola se formou é de muita cola, tíner, orégano de prima, pó branco zero-zero-um (cor máxima do branco).
Doutorado em crime organizado, teve bastante repercussão sua defesa de tese no julgamento da bancada acadêmica federal. Não é exagero, e me pareceu identificação, quando a maioria esmagadora (oh, adjetivozinho que calhou bem!) do congresso nacional aplaudiu apertando favoravelmente os botões de votação, camufladamente, o título de sua defesa de doutorado: “A Barbárie da Universidade”. Título chupado, roubado, como não poderia deixar de ser, com galhardia, de livro homônimo do acadêmico uspiano autêntico, incontestável, o filósofo Arthur Giannoti.
A tese central de Marcola é de que, se a população carcerária brasileira tem oitenta por cento de seus mentores intelectuais alfabetizados, mesmo estando encarcerados na dialética da pós modernidade, se digladiando nas discussões ônticas acadêmicas, bifurcadas pelo corte epistemológico pucuspeano, e consegue articular um discurso pragmático para refrear a locomotiva capitalista paulistana nacional, então é porque a classe dirigente política está voltada para si, desorganizando seus partidos no caldeirão da fogueira das vaidades, legislando em causa e conseqüência própria.
O PCC está orientando seu corpo docente, militantes, simpatizantes, ongs... a votarem no PT nas próximas eleições presidenciais. A perspectiva de uma aliança e algemas do partido vermelho com o comando vermelho levará, na análise do eminente catedrático Marcola, a um avanço positivo operante no modus vivendis da política nacional. Já que o psdb e o pfl estão selando e carcerando também uma união matrimonial de ouro dezoito porcento desde Cabral à Cardoso, resultando em caso escabroso, então teremos um inusitado perfil de caras comprometidos com a saúde, transporte e segurança. Deles.
O Partido da Câmara Capital, segundo a imprensa imprensada, estava tentando legalizar junto ao TSE, o partido inteiro Primeiro Comando da Capital antes que mais um partido rachado viesse a surgir, como se prenunciava com o partido da autêntica senadora Heloísa Helena. Mas a brava alagoana chegou primeiro, e, com seus votos crescentes em pesquisas eleitorais, fará com que essa polida claque de craques do subterfúgio vejam o sol quadrado.
Edups. 23/5/06
Um comentário:
Quero me filiar a este partido, PCC, já que comando tão bem o crime devem fazer alguma coisa de bom por este bentido país, afinal fomos descobertos por uma armação, independetes por outra maior ainda, a nossa republica de bananas tem muito o que aprender com esses "caras" o crime nos desafia, mas somos todos criminosos, de que adianta contestar, não respeitamos nosso país e nem as nossas leis, não queremos o bem de todos só o nosso, de que adianta contestar.
Parabéns Caro Amigo, muito bom, vou recomendar para os meus amigos, leituras como essa nos fazem crêr que ainda existe vida inteligente neste país. Felicidades
Postar um comentário