O Ministro da Defesa e Ataque aos Indefesos, Nelson Tom Jobim, irmão do finado embaixador da MPB, Vinícius de Moraes, disse que tem um metro e noventa de ilibado saber jurídico, e não dava pra sentar nos assentos circunflexos dos aviões brasileiros que ainda estão a voar. Homem de notório saber do buraco do metrô de São Paulo que é o STF tem convicção de que agora os aeroportos do Brasil terão toda capacidade para deportar de forma eficaz e entreguista os atletas cubanos fugitivos do Pan do Rio de Festeiro, que queriam beber liberdade de caipirinha, pois já estavam de sacos cheios de cuba libre presos. De mão beijada, os Filinto Muller do PT entregaram ao paredon os atletas cubanos, com morte atlética decretada pelo dita e escreve a dor Fidel Lula Castro da Silva em artigo de quinta, publicado no Granma, jornal oficial da Voz do Brasil.
Outro que também estará em boas mãos dos aeroportos, aeronaves, aerolula, aeroplano, enfim, de todas as autoridades aéreas tupiniquins, é o colombiano Juan Carlos Ramírez Abadia, primo de Renan Ramírez Nossa Senhora da Abadia Calheiros, preso por tráfico de influência na concessão de drogas radiofônicas, venda de gado da mais pura cocaína, e proprietário de muitas fazendas em condomínios paulistas, tudo não declarado à receita de bolo fazendária. Os Estados Unidos – sempre eles tiveram unidos contra todos – já pediram a extradição de Renan Ramírez para julgamento de todos os crimes cometidos, inclusive sua relação com Mônica Chupinsk Veloso, prima do músico Caetano, que é primo do ministro da cultura, Gil, que não tem nada a ver com essa estória, e nem o Caetano. O julgamento será feito pelo Senado norte americano já que o Senado brasileiro não quer ter a suscetibilidade de ferir a honra corrupta do senador enlameado nas alagoas secas do alto sertão de Maceió.
Renan Ramírez, se valendo da vaselina que é o Senado brasileiro, quer mostrar ao país que seu patrimônio vai além do pó branco supostamente adquirido enquanto traficante de portarias, incisos, projetos de leis e demais camuflas ministeriais, apesar das cirurgias plásticas para não se parecer com seu primo Renan. Acredita ele que, se o STF, sigla incendiária aérea de ANAC, decidiu arquivar inquérito policial contra Paulo Maluf, símbolo da honestidade corrupta nacional, por suposta corrupção na obra do túnel Ayrton Senna – tam-tam-tam, tam-tam-tam – (nem um símbolo do esporte nacional descansa em paz!), ele também pode deixar rolar o tempo a custas advocatícias – hoje em dia profissão sinônimo de boa remuneração do tráfico data vênia – e se livrar por prescrição. Quando ele atingir a idade de 75 anos bem-vividos, em condomínios e fazendas de artigo jurídico de luxo, já estará se aproximando de encomendar a alma pros quintos, e só terá forças para erigir um símbolo do viagra fálico do mau caráter nacional, com direito – sempre o Direito no meio da história – a descerramento da bandeira pátria e presenças do Presidente da República e dos Presidentes dos STA (STF, STJ...) ao STZ, discursando enaltecendo a honestidade e o caráter de tão alta personalidade que contribuiu para o alto padrão da moralidade nacional. Desculpe, caro provável leitor, este parágrafo está longo tendo em vista a extensão da ficha criminal do sujeito composto e ao mesmo tempo indeterminado, analisado aqui sintaticamente.
Outro que também estará em boas mãos dos aeroportos, aeronaves, aerolula, aeroplano, enfim, de todas as autoridades aéreas tupiniquins, é o colombiano Juan Carlos Ramírez Abadia, primo de Renan Ramírez Nossa Senhora da Abadia Calheiros, preso por tráfico de influência na concessão de drogas radiofônicas, venda de gado da mais pura cocaína, e proprietário de muitas fazendas em condomínios paulistas, tudo não declarado à receita de bolo fazendária. Os Estados Unidos – sempre eles tiveram unidos contra todos – já pediram a extradição de Renan Ramírez para julgamento de todos os crimes cometidos, inclusive sua relação com Mônica Chupinsk Veloso, prima do músico Caetano, que é primo do ministro da cultura, Gil, que não tem nada a ver com essa estória, e nem o Caetano. O julgamento será feito pelo Senado norte americano já que o Senado brasileiro não quer ter a suscetibilidade de ferir a honra corrupta do senador enlameado nas alagoas secas do alto sertão de Maceió.
Renan Ramírez, se valendo da vaselina que é o Senado brasileiro, quer mostrar ao país que seu patrimônio vai além do pó branco supostamente adquirido enquanto traficante de portarias, incisos, projetos de leis e demais camuflas ministeriais, apesar das cirurgias plásticas para não se parecer com seu primo Renan. Acredita ele que, se o STF, sigla incendiária aérea de ANAC, decidiu arquivar inquérito policial contra Paulo Maluf, símbolo da honestidade corrupta nacional, por suposta corrupção na obra do túnel Ayrton Senna – tam-tam-tam, tam-tam-tam – (nem um símbolo do esporte nacional descansa em paz!), ele também pode deixar rolar o tempo a custas advocatícias – hoje em dia profissão sinônimo de boa remuneração do tráfico data vênia – e se livrar por prescrição. Quando ele atingir a idade de 75 anos bem-vividos, em condomínios e fazendas de artigo jurídico de luxo, já estará se aproximando de encomendar a alma pros quintos, e só terá forças para erigir um símbolo do viagra fálico do mau caráter nacional, com direito – sempre o Direito no meio da história – a descerramento da bandeira pátria e presenças do Presidente da República e dos Presidentes dos STA (STF, STJ...) ao STZ, discursando enaltecendo a honestidade e o caráter de tão alta personalidade que contribuiu para o alto padrão da moralidade nacional. Desculpe, caro provável leitor, este parágrafo está longo tendo em vista a extensão da ficha criminal do sujeito composto e ao mesmo tempo indeterminado, analisado aqui sintaticamente.
Como aqui no Brasil tudo se acaba em pizza, então ao final Nelson Tom Jobim, com o charuto de Fidel na boca, tocará piano a quatro mãos com Renan na Polícia Federal, protocolarmente assinando uma ficha em brancas mãos limpas, reconhecida em cartório do Alvorada. Os atletas cubanos baixaram os punhos, e o traficante será eleito senador da Colômbia das Alagoas com a maior votação jamais visto na história eleitoral brasileira.
6 comentários:
Como eu me sinto seguro quando, enquanto o resto do mundo se depara com um crash das Bolsas de Valores, no meu país o Presidente Lula debocha e faz piadas, no auge da sua ''invunerabilidade''...
O Tom Jobim de concreto nada fez. Fica governando por ''factóides'', tal como o seu chefe...
Se depender dos dois, é melhor comprar uma passagem de ''busão'', sem volta, para o fim-do-mundo...
Hoje, sexta 17 de agosto, eu fui ao ato do ''Cansei'' na Praça da Sé. Tinha muito mais gente que o esperado, mais de 10 mil pessoas. E, ao final, depois de cantar o hino nacional, a multidão espontaneamente entoou o ''Fora Lula!". Enquanto isto, no Congresso, a oposição "entregou as armas", se rendeu...
Onde está o texto novo? Você prometeu que escreveria semanalmente! Acho que este cara CANSOU de fazer oposição, e aderiu ao DESgoverno Lula!!!
Um colega de cursinho me disse que tinha gente das ''elites'' infiltrada no Cansei. E eu me pergunto: desde quando ser rico neste país priva a pessoa do direito de reclamar? Vendeu-se uma imagem, generalizadora, de que as ''elites'' estão se beneficiando com todos os governos. Mas, tirando os banqueiros, empresários e industriais estão penando com os juros altíssimos que estão aí, sofrem com a insegurança, pagam uma altíssima carga de impostos. Por que não poderiam reclamar?
A Veja desta semana mostra um autor que escreveu um livro sobre a ''Cabeça do Brasileiro''. Entre outras pérolas os analfabetos, que elegeram este governo que está aí, acham que ''presos tem de ser torturados para admitir crimes'', e que o governo ''tem o direito de censurar jornais que façam oposição''. Quem é que atrasa mais o país: as elites, ou esta ''bunda'' de povo???!
Cadê os textos novos??? Que jornalista episódico é este?!!!
Não sou jornalista, sou bibliotecário. Vê lá o novo texto.
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